terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA

Calistemo ou Escova-de-garraf(Callistemon viminalis G. Don ex Loud.; Myrtaceae) é uma árvore. 
Aguarela em papel de 300g A4

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA

A concha da ostra terminada.

Aguarela em papel A4, 300g.
O nome ostra é usado para um número de grupos diferentes de moluscos que crescem, na sua maioria, em águas marinhas ou relativamente salgadas. As ostras verdadeiras pertencem à ordem Ostreoida, família Ostreidae.

PEQUENOS TEXTOS


“Rotinas, inspirações, ambiente de escrita”
Este o tema. E começo pela terceira parte.
Que me lembre, escrevi uma única vez ao ar livre, à sombra de uma árvore; e ainda assim, era uma curta crónica e tratava-se de uma urgência. Também, uma única vez, e também por motivo de urgência, escrevi a bordo de um avião. O meu ambiente preferido, aquele em que me sinto verdadeiramente bem, é a minha casa — e, nela, a divisão que uso como gabinete de trabalho. Aí estão os livros, o computador, a aparelhagem de áudio. É muito raro escrever sem música de fundo.
Saltando para as rotinas: a verdade é que não as tenho. Ou, pelo menos, tenho-as em fases curtas. Por exemplo, há alturas em que escrevo melhor à noite, mas, de momento, prefiro levantar-me cedo e trabalhar, sobretudo, durante a manhã. Na verdade, só reconheço em mim dois hábitos enraizados: um, que já referi, é escrever com música de fundo; o outro é ir bebendo chá ao longo do dia. Entenda-se: chá (verde, preto, chinês, açoriano ou de qualquer outra proveniência) e não tisanas. Quanto ao resto… não o faço de propósito, mas já reparei que sempre que falo de uma qualquer rotina que tenha adoptado, não tardo a abandoná-la.
Resta a questão das inspirações. Aí, não sei bem o que responder, porque ignoro o processo. De onde vêm as ideias? Penso que, a este nível da chamada inspiração, não têm uma origem única. Uma coisa é certa: no meu caso, o ambiente que me cerca não tem sido, até agora, uma fonte de inspiração — se, por exemplo, estou no campo ou num jardim, perco-me a olhar para as árvores e para os passarinhos e não consigo escrever ou, sequer, imaginar. O processo, ou é muito complexo ou muito simples; em qualquer caso, prefiro deixá-lo correr e não lhe estudar o mecanismo.
João Aguiar

Sim, à sombra de um imponente sobreiro, junto à Ermida Nª Srª do Castelo

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

PEQUENOS TEXTOS


O que é, para mim, o Luxo
Nunca fui apresentado a esse senhor. Por vezes, vejo-o passar na rua, mas nunca se dignou a olhar-me, quanto mais a falar-me. Aqui muito para nós, confesso não lamentar essa arrogância que me exclui; primeiro, porque não gosto de gente arrogante e depois porque uma consulta feita a dois dicionários (para assentar melhor as ideias sobre o assunto) me revelou que as definições a ele respeitantes podem variar ligeiramente na forma, porém têm uma constante: a palavra supérfluo. Neste mundo, quanto mais supérfluos houver, mais miséria haverá também.
Além disso, estou intimamente convencido de que o senhor em questão é, basicamente, um chato.

João Aguiar

Ponte de Sor - barragem de Montargil

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA

Ora cá está um peixe de "ficção" nada científico.
O título poderia ser:
OS GRANDES COMEM SEMPRE OS MAIS PEQUENOS
porque em tudo na vida, é assim!
Trabalhado em aguarela, com pinceladas colectivas, pois todos os alunos deram mais ou menos o seu contributo, com o toque final do prof. Pedro Salgado (biólogo)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA

CALHAU

Achei bonito! Penso que é basalto com veios de quartzo. Se não é, que me desculpem porque de rochas não sei nada, limitei-me a olhar e desenhar. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

ILUSTRAÇÃO CIENTÍFICA


CARANGUEJOLA 
Pontiado a caneta sobre poliester A4
caranguejola (Cancer pagurus) é um crustáceo decápode, braquiúro, da família dos cancrídeos, da costa atlântica rochosa da Europa. A carapaça de exemplares maduros mede entre 11 cm e 13 cm de comprimento. Tal espécie é de importância comercial, frequentemente utilizada na alimentação, não nadadora e apanhada especialmente com alçapão. Também são conhecidos pelos nomes de burro, cava-terra, centola, santola e sapateira.